Compositor: Martinho da Vila, Willie Colón
Eu quero me esconder, menina, debaixo da sua saia para fugir do mundo
Também quero suavizar o emaranhado dos seus cabelos
Faça uma transfusão de sangue neste coração tão vagabundo
Mas paro com meus dengos e de acender velas para você por causa dos meus desejos
Mas abandono meu delírio de fazer trabalhos pelos meus amores
Você quer ser exorcizada pela água benta do meu olhar
Que bom é ser fotografado, mas pelas retinas dos seus lindos olhos
Você me deixa te hipnotizar e acabar de vez com a sua agonia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
Eu quero ser pacificado pela aguardente do seu amor profundo
Que bom é ser fotografado, mas pelas retinas dos seus lindos olhos
Apagando a palavra tristeza do dicionário da minha vida
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Matando, com um sorriso dos seus lábios, a minha melancolia
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Sua boca diz que você não quer, mas seus olhos dizem o contrário
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Mas paro com meus dengos, acendendo velas para minhas ladainhas
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
É que eu quero te hipnotizar com as notas da minha melodia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Ah, menina linda, diga que sim, e a sua condenação terminaria
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Eu quero me esconder, menina, debaixo da sua saia para fugir do mundo
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Eu quero ser pacificado pela aguardente do seu amor profundo
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Dá vergonha essa condição, tire de mim essa melancolia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia